
Está escuro e eu grito
Eu imploro socorro, eu imploro amor
Mas ninguém escuta.
Eu to numa redoma de vidro,
Estou vulnerável à falta de blindagem,
Mas não há como me defender
Ouço a voz de quem ta lá fora
Mas ninguém me ouve ou vê
Ninguém me sente, tampouco por mim chora
To trancada por uma porta sem fechadura
Minha voz é abafada
Por uma pesada armadura
Eu tenho feridas incicatrizáveis
Meus machucados são incuráveis
Eu tenho pedaços a menos no coração
Porque foram cortados e levados
Por quem por ele já foi abrigado
{Raissa Vidal}
Esse poema tem uns 2 ou 3 anos e se encaixa muito mais agorado que quando eu o escrevi. Não o alterei em nada, cada palavrinha é a mesma, mas só hoje eu entendo o que eu mesma tentava me explicacr.
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E em minha ínfima experiencia
Isso eu aprendi
Não foi provado pela ciência
Mas é o que entendi.
Por mais esburacado
Ferido, arranhado, machucado
Que voltasse o meu coração
Das mãos da amada em questão,
Tudo passaria quando achasse
Alguém que dele cuidasse
E que comigo se importasse.
E acredite, você tem quem se importe.
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